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Impressos

Confira dicas para tornar sua comunicação mais acessível
em Materiais Impressos

É necessário comprometimento por parte dos veículos de comunicação em transformar o conteúdo que está no jornal impresso  em conteúdo digital para ser lido pelas tecnologias assistivas, bem como é fundamental sempre ter descrições de todas as imagens inseridas na edição de forma que  uma pessoa cega ou com baixa visão tenha condições de captar a subjetividade da narrativa na mesma proporção de uma pessoa que enxerga.

 

Na hora de pautar as pessoas com deficiência na mídia o Guia Mídia e Direitos do coletivo Intervozes em convênio com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República:  

 

O Pessoas com deficiência

 

Convencionou-se que o correto é esta terminologia, a partir da metade da década de 1990, quando o Movimento das Pessoas com Deficiência (MPcD) passou a questionar a expressão “portador” já que a deficiência não é algo externo a pessoa. Então os termos mais adequados são “pessoa com deficiência”, “cego” ou “surdo”.
 

X Portador de deficiência

Pensemos bem, ninguém fala “Maria é portadora de olhos verdes” ou “Pedro é portador de cabelo loiro”, ou seja, ninguém usa a palavra “portador” para características individuais.

X Portador de necessidades especiais

O termo também é problemático porque soa como se fosse de interesse apenas da pessoa com deficiência desviando a responsabilidade da principal responsável de garantir a inclusão de todos em qualquer ambiente, atividade ou recurso, a sociedade em geral.

X Surdo-mudo

 

Pessoas surdas geralmente não falam pela ausência da audição, mas se comunicam através da Língua Brasileira de Sinais, conhecida como LIBRAS. A mudez é uma outra deficiência, que se dá devido a ausência total da voz e é raro acontecer as duas simultaneamente.

X Ceguinho ou mudinho

 

São termos pejorativos que denotam diminuição da pessoa de forma eufemística.

 

Outro aspecto a ser mencionado é a forma na qual as pessoas com deficiências devem ser retratadas nas pautas jornalísticas ou nas redações publicitárias. A visão de que a deficiência é um fardo que a pessoa carrega e o tratamento de forma piedosa, triste ou de sofrimento são formas antiquadas e preconceituosas de retratar as pessoas com deficiência. Na verdade, é preciso mostrá-los de forma realista, ou seja, capazes de realizar diversas tarefas no cotidiano.  

Outra sugestão muito importante é a validação desses trabalhos por quem vive essa realidade. Sempre se certifique de que as pessoas de quem você vai falar, estão de acordo com o que foi dito e a forma como foram tratados no texto.

CARTAZES

 

O site GamaTv nos dá dicas recomendadas pelo GDS-Serviço Digital do Governo de Londres para projetarmos cartazes para pessoas com baixa visão:

  • Usar bons contrastes e um tamanho de fonte legível;

  • Usar combinação de cores, formas e texto

  • Construir layout linear e lógico

 

E para que pessoas cegas possam também ter acesso a esses cartazes, é importante postar esses cartazes em formato digital acompanhado de descrição das imagens e dos textos constantes neles.

Instituições e exemplos de boas práticas em relação à acessibilidade na comunicação:

- O Que Fazer E O Que Não Fazer Ao Projetar Para Acessibilidade 

http://gamatv.com.br/o-que-fazer-e-o-que-nao-fazer-ao-projetar-para-acessibilidade/

 

- “Acessibilty” blog do Serviço Digital do Governo de Londres 

https://accessibility.blog.gov.uk/

- Intervozes

http://intervozes.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Guia-Mi%CC%81dia-e-Direitos-Humanos-menor.pdf

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